A discussão sobre o tema voltou a marcar a última reunião da assembleia municipal. O autarca covilhanense reafirma que "o actual edifício não reúne as condições para o funcionamento do mercado" e que "a melhor opção, que tem gerado um maior consenso junto da cidade" passa pela construção de um novo edifício, no campo das festas. Um projecto que a câmara da Covilhã "pretende desenvolver em conjunto com a transferência do quartel dos bombeiros voluntários para a antiga central eléctrica". A opção da autarquia é criticada pelos partidos da oposição. Carlos Casteleiro, da bancada do PS, defende que "a requalificação do actual edifício do mercado; adaptando-o às novas exigências e permitindo que o centro da cidade continue a ser dinamizado é a melhor solução para o nosso concelho". Uma posição também seguida pela bancada da CDU. Para Marco Gabriel "a proposta de construir um novo mercado é a tentativa do executivo de dar resposta a um problema que ele próprio criou porque sucumbiu à gula de um promotor privado que colocou a funcionar um call-center no actual mercado" Críticas que levaram Carlos Pinto a fazer um desfaio à oposição " se os senhores aprovarem aqui por maioria uma moção onde seja defendido que o mercado deve ficar onde está, nós vamos interromper todas as diligências que temos vindo a fazer; agora estarão simplesmente a transferir o problema para uma futura câmara". O desafio do autarca não foi aceite e em Outubro a câmara municipal deve tornar público o projecto de arquitectura e a solução financeira para a construção do novo mercado da Covilhã. |