O tema tem vindo a ser trabalhado no Clube dos Direitos Humanos do Agrupamento de Escolas do Fundão (AEF) que trouxe, esta tarde, à Praça do Município, um conjunto de cartazes que refletem as preocupações dos estudantes relativamente a este projeto.
“Sophia não, obrigado!”, “STOP Sophia” ou questões como “Para onde vão os pica paus?”, são alguns dos cartazes que os jovens trouxeram para a rua e que refletem algumas das suas preocupações, “quem diz pica paus, diz rouxinóis e toda a biodiversidade da nossa região”, explica a professora coordenadora do Clube Catarina Crocker.
Os jovens imaginaram também um piquenique nos painéis, “temos os painéis com toalhinhas de piquenique, a ideia é que temos de fazer os piqueniques lá, porque ficamos sem espaço natural.”
“40 anos depois o que resta? Só lixo!” Pode ainda ler-se noutro cartaz refletindo a preocupação com o fim do projeto “para onde vai o lixo daqui a 40 anos, se realmente os colocarem, o que fazemos com aquele lixo todo? E o que fica na nossa região com tudo isto? A questão do turismo, da agricultura, da floresta…”
O tema vai também ser debatido dentro da escola, com a realização de sessões, nas aulas de Cidadania, onde os prós e os contras deste tipo de projeto vão estar em debate.
O Clube dos Direitos Humanos do Agrupamento de Escolas do Fundão tem seis anos, 15 jovens em permanência, que reúnem todas as quartas-feiras, e cerca de 40 membros, entre atuais e antigos alunos que mantém a sua ligação ao clube e às suas atividades.













