O técnico de 43 anos está de volta ao clube que orientou durante três épocas seguidas, de 2021 a 2024, para substituir André Cunha, que orientou a equipa, na temporada 2024-25 e metade da actual.
Recorde-se que durante estas duas últimas semanas, Patrício Lucas (agora adjunto), treinou o conjunto “preto e branco”, deixando a liderança do grupo de trabalho, com uma vitória frente ao Pedrogão de S. Pedro, este domingo em casa, por 1-0.
Em declarações à RCB afirma que vem para trabalhar muito e ganhar mais vezes.
“é um regresso de muito trabalho e é por isso que venho. A equipa, quando eu cheguei, estava muito bem entregue ao Patrício Lucas, ele passou-me informações sobre a equipa e isso, ajudou-se a decidir se vinha ou não. Quando eu falei com o director desportivo, João Craveiro e com o Patrício, eles demonstraram-me que o plantel tinha qualidade e isso, é o principal argumento para um treinador se motivar ou não, para integrar um projecto destes. Temos que mudar um pouco a forma de pensar o jogo, temos de fazer ajustes, sou um treinador diferente, não sou, melhor ou pior que ninguém, tenho as minhas ideias, mas sobretudo, o maior reforço que podemos ter, é uma mudança de atitude, melhor organização, sermos mais competitivos, dentro e fora de campo, sermos mais coesos. Os jogadores que estão fora, que podem dar um contributo muito importante, portanto, disputar cada jogo, como se fosse o último e vencer”. Disse.
Mas afinal o que é que lhe foi pedido pela estrutura?
“Pediram-me para organizar o clube, para ajudar a organizar o clube, para mudar mentalidades. Temos jogadores com recortes muito importantes em termos individuais, mas para mim, isso, no futebol são flores. Não estamos no momento de entregar ou oferecer flores, mas sim, no momento, de pegar na enxada e cavar vitórias. O objectivo não passa por chegar ao título, mas sim, sermos competitivos todos os jogos. Eu acho que era uma prepotência enorme da minha parte, e falta de respeito pelo antigo treinador, que fez um bom trabalho aqui no Académico, dizer que, nós poderíamos estar a ambicionar outros voos. Existem equipas mais fortes, equipas com outros orçamentos, que nós respeitamos e quando entrarmos em campo faremos tudo para os ganhar, mas, basta vermos os orçamentos dos nosso adversários e organizações, para sabermos que não podemos ambicionar um título distrital”. Conclui Sá Pinho.
O novo timoneiro do Clube Académico do Fundão, tem como adjuntos, Patrício Lucas, Rui Proença., André Ferraz e Bruno Inácio.
O próximo jogo do CAF será a 15 de fevereiro, às 15h, em Proença-a-Nova, a contar para a jornada 7 da Taça de Honra “José Farromba”.
Este fim de semana, dias 07 e 08 de fevereiro, não haverá competições seniores na AF Castelo Branco, uma vez que a seleção distrital sénior masculina participa de 06 a 08, nas Caldas da Rainha (distrito de Leiria), na segunda fase da UEFA Regiões CUP (futebol 11).
AF Leiria e AF Algarve, são as equipas adversárias.













