Recorde-se que este cartão (relacionado com o protocolo de concussões) já existe em escalões de formação, mas apenas chegou esta época à Primeira Liga (Liga Portugal).
Objetivo: Evitar que as equipas, durante o jogo, fiquem em desvantagem numérica.
Quem segue o futebol português, sabe que, durante um jogo, podem ser mostrados três tipos de cartões: amarelo, vermelho e branco (fair-play). Entretanto, no que diz respeito ao futebol profissional, eis que, no passado dia 11 de agosto, no decorrer do intervalo do encontro Estoril Praia – Estrela da Amadora, foi mostrado um cartão roxo.
O Cartão Roxo, serve para adicionar uma substituição a uma equipa que precise de trocar um jogador que sofreu uma concussão sem que esta seja contada. Ou seja, “se um jogador for atingido na cabeça e, na sua avaliação, se determinar que precisa de ser substituído, o árbitro terá de recorrer ao cartão roxo, dando a oportunidade à equipa de meter um novo jogador em campo sem que esta substituição conte para o número de substituições que se podem fazer num jogo (que são três no total, onde podem ser substituídos cinco jogadores)” Lê-se no Regulamento das Competições da Liga.
O artigo 4º “Procedimento em caso de substituição por concussão”, acrescenta que, “o delegado tem de mostrar o cartão roxo para que se saiba que o jogador saiu por lesão, e que, desta forma, existirá mais uma substituição concedida”. Conclui.
Caso aconteça essa situação, o jogador deverá ser encaminhado para o hospital mais próximo ou para a sala de primeiros socorros do estádio onde se encontra, consoante a gravidade.
Não pode regressar ao jogo.













