O candidato à Presidência da República disse esta tarde, no Fundão, que o momento é de agir e ajudar as vítimas da catástrofe que o país está a atravessar, mas o “Estado tem de estar preparado para responder a esta situação”.
A segurança marcará a agenda da primeira reunião do Conselho de Estado, e nela inclui a segurança das pessoas. Portugal tem de estar preparado “na prevenção e na reação” e tirar lições da atual situação “ou como existiu com o acidente do elevador da Gloria, quando o cabo se partiu, ou quando existiu o apagão. Nós temos de ter um plano energético alternativo, temos de ter um plano de organização, um plano logístico, para prever situações como esta.”
Para a saúde, que é outra das prioridades do candidato à Presidência da República, António José Seguro propôs um pacto que vá para além dos curtos ciclos eleitorais.
“A proposta que faço a todos os partidos, ao Governo e ao Parlamento, é que se crie um pacto onde cada um possa contribuir para soluções, para que nós possamos ter uma estratégia para a saúde, com respostas concretas, que não sirva apenas para o dia de amanhã.”
Defensor de um Presidente que coloque na agenda do país os temas certos, António José Seguro definiu também como prioridade, fazer que o país, que é bom para viver, “também seja um país bom para trabalhar, e que tenha oportunidades para que os jovens portugueses possam ser felizes e se possam realizar profissionalmente no nosso país, porque um país que não integra as suas novas gerações é um país sem futuro”, até porque, acrescenta o candidato, “precisamos de rejuvenescer a nossa população.”
António José Seguro voltou a pedir a mobilização, “porque as sondagens não ganham eleições”e a garantir que será o Presidente “de todos, todos, todos os portugueses”.













