Já está definida a programação do Cineclube Gardunha para o próximo mês de fevereiro, na Moagem. Os filmes, oriundos de diferentes geografias, abordam temas díspares e trazem “emoções sem fim.”
Já no dia 3, “Complô” inaugura o mês de fevereiro, às 21h, na Moagem. Um filme de João Miller Guerra que acompanha Ghoya, um rapper crioulo e ativista político de Cabo Verde que passou metade da sua vida na prisão.
Um dia depois, pelas 10h da manhã, haverá uma sessão extra e especial de “Complô”, reservada a alunos do Secundário no auditório da Escola Secundária do Fundão.
As duas sessões contarão com a presença do protagonista do filme, Ghoya, para falar com os espetadores.
No dia 10, é exibido na Moagem, às 21h, “Valor Sentimental” do norueguês Joachim Trier. Premiado na última edição do Festival de Cannes, “Valor Sentimental” expõe dinâmicas familiares complexas entre o pai, um realizador que, no meio do novo filme, tem de lidar com as suas duas filhas e resolver questões antigas.
A 16, excecionalmente à segunda-feira, “O que arde”, do realizador Oliver Laxe.
“O que arde” é, o que o Cineclube Gardunha chama de “filme choque”. No começo do filme temos a história de um pai, e do seu filho, à procura da Mar, filha e irmã respetivamente, nas montanhas do sul de Marrocos. Tudo o que se segue, só pode ser visto, na Moagem a 16 de janeiro, a partir das 21h.
No dia 21 acontece a sessão mensal do Cineclube Júnior, na Biblioteca Municipal, uma animação, com várias técnicas artísticas – lápis de cor, giz de cera, colagem e aguarela – que revelam as questões do mundo moderno através do olhar de uma criança. “O menino e o mundo” de Alê Abreu, às 15h, na Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade.
A programação de fevereiro encerra a 24, na Moagem, às 21h, com o filme “Jovens Mães” dos irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne que acompanha a história de cinco jovens mães, oriundas de famílias carentes e instáveis, que se veem confrontadas com uma gravidez não planeada.













