Nos últimos 14 anos, a atividade económica no concelho não só diversificou como ganhou uma nova roupagem, muito devido a aposta na tecnologia e na inovação. O balanço feito pelo Presidente da Câmara do Fundão, no segundo dia da Feira do Emprego que encerra hoje a sua terceira edição.
Paulo Fernandes recorda que “no chamado período da Troika”, em 2011, o Fundão chegou a ter 20% de desemprego, e que quando chegou à Câmara do Fundão um dos principais problemas do concelho era a falta de diversificação económica.
“Tínhamos pouca indústria, pouca área de serviços, o setor social precisava de explodir mais, a área do turismo tinha muita margem de progressão, tínhamos alguma agora indústria, mas podíamos crescer, tal como a agricultura, tínhamos a metalomecânica, mas podíamos diversificar muito mais, ou seja, a minha grande preocupação foi diversificar e trazer novas áreas como a tecnologia e a inovação que depois também podiam ajudar todas as outras”.
Hoje, o concelho do Fundão tem uma nova economia.
“O que hoje aqui sinto, é que olhamos e vemos um bocadinho de tudo, uma nova economia, ou de uma tradicional economia com uma roupagem diferente com outra capacidade de atração e crescimento e isso é uma parte que me parece mais relevante quando pensamos nesta feira.”
Uma montra da oferta formativa e empresarial do concelho onde, segundo o autarca, “há ofertas para perfis muito diferentes desde pessoas com status de formação mais baixo até jovens com qualificações mais altas que também têm já um conjunto de oportunidades no nosso concelho.” O Fundão é hoje uma terra de oportunidades também a este nível, frisou o autarca, em declarações à RCB.