O Conselho Geral (CG) do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), reunido no passado dia 8 de janeiro de 2026, aprovou por unanimidade uma moção apresentada pelo presidente da instituição, António Fernandes, em defesa do ensino superior no interior do país.
O Conselho Geral do Instituto Politécnico de Castelo Branco insta o Ministério da Educação, Ciência e Inovação a adotar medidas que integrem fatores de coesão territorial na definição anual das vagas, as quais devem contribuir para a correção das assimetrias entre o litoral e o interior do país, através de regras claras e transparentes.
Este é uma das cinco medidas reivindicadas pelo CG do IPCB que também defende que o Governo deve reverter a decisão de aumentar em 5% o número de vagas na 1ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (face ao ano anterior) em todas as instituições de ensino superior do país e rever o modelo de cálculo de bolsas de ação social.
Igualar a indexação do valor pago, por aluno, às Instituições de Ensino Superior (IES) do subsistema politécnico ao valor pago no subsistema universitário, em termos de cálculo para as verbas de Orçamento de Estado atribuído a cada instituição de ensino superior e a correção o subfinanciamento do Estado às IES localizadas no interior do
país, adotando fatores que promovam a coesão territorial e que tenham em conta as caraterísticas de cada instituição são outras das medidas urgentes que o IPCB reclama.
A moção vai ser enviada ao Ministro da Educação, Ciência e Inovação, aos diferentes grupos parlamentares da Assembleia da República, Presidência da República, autarquias e assembleias municipais do Distrito de Castelo Branco, CCISP, e Comunidades Intermunicipais da Beira Baixa e das Beiras e Serra da Estrela e ACEC – Associação Círculo de Estudos do Centralismo.













