O partido “Reagir Incluir Reciclar” expressa em comunicado a sua indignação com as notícias da existência de ordenados em atraso na unidade local de saúde aos médicos tarefeiros do hospital Amato Lusitano e deixa um apelo “à urgente resolução do problema com intervenção direta e célere do ministério da saúde”.
Aquela força política considera “inadmissível que aqueles profissionais de saúde prestadores de serviços ao Hospital Amaro Lusitano tenham sido confrontados com a indicação de que problemas graves de tesouraria não permitirão o pagamento na totalidade dos vencimentos de Novembro”, acrescentando que “o estado tem a obrigação de assegurar previamente as suas obrigações para com os trabalhadores ao seu serviço seja qual for o sector”.
De acordo com o “RIR”, numa área como a saúde “já de si debilitada por muitas fragilidades e insuficiências, este problema assume redobrada gravidade”, considerando que “a perspectiva destes médicos essenciais ao funcionamento de vários serviços do hospital de Castelo Branco puderem só ver a sua situação salarial regularizada em Dezembro por completo só em Janeiro é incompreensível e revoltante”.
A força política manifesta a sua solidariedade para com os médicos prestadores de serviços afetados por esta grave situação e afirma que os profissionais “não podem ficar com ordenados em atraso numa época de pico de gripes que fazem aumentar a procura hospitalar”.













