É no polo I, junto aos serviços académicos da UBI, que está a funcionar o novo centro “Europe Direct” da Beira Interior. O espaço, que vai funcionar durante os próximos cinco anos, pretende “envolver toda a comunidade com informação e actividades relacionadas com a importância do projecto europeu”.
De acordo com a UBI, a criação deste centro “representa o sucesso de uma candidatura apresentada pelo docente Bruno Ferreira Costa, do departamento de comunicação, filosofia e política da faculdade de artes e letras, ao concurso para a instalação destas valências”. Uma candidatura que “recebeu uma avaliação amplamente positiva pelo impacto e relevância das actividades previstas, além de demonstrar o conhecimento da região e das realidades da sua população e, ainda, pela experiência de contacto com diversos públicos”.
O projecto tem associada uma equipa multidisciplinar de diferentes áreas científicas. Integram este grupo docentes das áreas de Ciência Política e Relações Internacionais, Comunicação e Sociologia. O centro dispõe de um espaço próprio para assegurar o atendimento ao público, divulgação de informações e a organização ou realização de reuniões e eventos. A centralidade da estrutura “permite fácil acesso, bem como a visibilidade necessária para a promoção dos valores europeus”.
O centro “Europe Direct” da Beira Interior tem como públicos-prioritários, além da comunidade académica, os estudantes dos ensinos básico e secundário e sociedade civil em geral “especialmente a envolvida em associações de âmbito local e regional, tanto no domínio cultural, desportivo e social”.
Este contributo da academia para a ligação ao projeto europeu “acontece num ano simbólico” em que se assinalam os 40 anos da entrada de Portugal na Comunidade Económica Europeia (CEE), antecessora da União Europeia.
Com a criação desta valência a UBI “amplia a sua missão de proximidade ao território, com os cidadãos a beneficiar de um local onde podem melhorar a compreensão do funcionamento da UE, o papel do Parlamento Europeu, as áreas de responsabilidade das instituições europeias e, sobretudo, com o impacto das políticas comunitárias na vida concreta das pessoas” refere a instituição.













