É desta forma que a reitora da universidade da Beira Interior reage ao facto de as áreas científicas da gestão e da medicina clínica estarem referenciadas no ranking de Xangai sectorial, na sua última atualização. O trabalho de mérito que tem sido desenvolvido nestes dois campos teve como consequência a entrada naquele que é consensualmente um dos melhores rankings mundiais dedicados à avaliação da atividade de investigação.
Na atual edição, o ShanghaiRanking’s Global Ranking of Academic Subjects (GRAS) avaliou 2.000 universidades de 100 países/regiões. De acordo com os dados divulgados, gestão (“Management”, no original) situa-se na posição entre 301-400 a nível mundial e no quarto lugar de entre as instituições portuguesas presentes no ranking. Quanto à medicina clínica (“Clinical Medicine”), está no patamar entre 401-500 na lista global internacional e em quinto lugar no plano nacional. Trata-se da primeira vez que surge nesta listagem, um sinal “da evolução contínua registada na faculdade de ciências da saúde e nas suas unidades de investigação”.
Em comunicado, a universidade da Beira Interior sublinha que “a integração destas áreas, altamente competitivas a nível mundial, no ranking de Xangai, é o corolário da evolução da UBI nos rigorosos critérios de avaliação do seu desempenho, que presidem à elaboração desta lista”. A comprovar esta realidade de melhoria está a entrada da UBI, em 2025 e pela primeira vez, no Academic Ranking of World Universities (ARWU), organizado pelo ShanghaiRanking Consultancy, na posição 901-1000.
Citada no documento, a reitora da instituição, Ana Paula Duarte, destaca este facto como um “reconhecimento externo da qualidade da Instituição e do cumprimento de elevados padrões ao nível do ensino, investigação, inovação e impacto social”.













